quinta-feira, 4 de agosto de 2011

clichê.


Tem uma célebre frase que diz "é impossível agradar a todos", ou senão, "Nem Jesus agradou a todos". Jesus, no caso, na configuração de único ser humano perfeito que já pisou no planeta.
Pois bem, no dia-a-dia, encontramos múltiplas personalidades que, por mais diferentes que sejam, são muito parecidas. Elucido: se você trabalhar como bombeiro, por mais diferente que sejam uns dos outros, seus companheiros de trabalho receberam o mesmo treinamento, recebem o mesmo salário, escolheram a profissão pelos mesmos ideais. Falo em linhas gerais, naturalmente. Assim como o veterinário que é parecido com o outro veterinário, o psicólogo que gosta de ler o mesmo tipo de assunto que o outro psicólogo. E isso só para citar profissões, pois tem também toda uma geração que ouve Black Eyed Pea e leu Harry Potter. Há o grupo hardcore e os sem-grupo, que apenas têm alguns ideias traçados, diferente, que não se preocupam com imagem, e gostam de dizer que estão nem aí. Às vezes estão mesmo, parcialmente, nem aí.
Ou seja, há diferença, mas há semelhança, também. Inúmeras.
Por isso que ainda é fácil fazer amizades em aniversários, churrascos e novos empregos. Por isso que você pode conhecer um grande amor numa viagem, aquela pessoa, tão diferente, no fundo é tão igual.
Por isso, também, que um grande ódio pode vir a ser um grande amor.

1 comentários:

Flavio Ferrari disse...

O Deus que habita em mim é o mesmo Deus que habita em você. Namasté